#day206 – o valor da retribuição

Há quem ame sem querer receber nada em troca. E há quem ame em ciclos fechados de retribuição. Ora, ambos são capazes de gerar valor para o mundo, mas não me venham dizer que o melhor de tudo não são os amores correspondidos em tudo. Adoro mãos  que dão tanto quanto recebem. Adoro trocas saudáveis de afectos e esperanças. Adoro o vai-vem dos olhares cúmplices e descomprometidos. Adoro os valores fechados e promessas por mundos melhores e dias mais amenos. Adoro as partilhas de vontades conjuntas e ânimos apoiados. Adoro, adoro mãos dadas. Só assim. Dadas. Uma à outra. Como se quer a vida. Junta nos seus pedaços. Qual puzzle encaixado de desafios, e refeito de visões e missões ardentes. A luz queima tudo o que se separa. E solda com o seu ouro uma união de ferro. Não vá a vida descobrir-se em pedaços e não poderem mais os valores tomar as rédeas do caminho. Pois nem todas as almas se perdem nos passos. Apenas algumas se reorientam nas pedras. E percorrem os seus caminhos. De verdade. Passo a passo. 👣

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