#day236 – os 5 tipos de homens (ou mulheres) para manter à distância 

Todos sabemos que não é fácil encontrarmos alguém com quem encaixamos mesmo. Com quem tenhamos a certeza que queremos partilhar uma vida de amizade ou familiar. O que é certo, é que em muitos casos em que decidimos investir em algum tipo de relação, o plano pode sair furado. Ou porque a pessoa se revela, ou porque simplesmente não soubemos observar o suficiente e prestar atenção aos sinais (óbvios) à nossa frente. Assim, segue um resumo do tipo de pessoas que sugiro que seja para manter longe. Não porque sejam más pessoas, mas porque provavelmente não nos valorizam como desejaríamos, nem nunca nos tratarão como merecemos: 

1) o “brincalhão”: aquela pessoa que está sempre a fazer piadinhas com coisas triviais ou algumas a tocar em assuntos mais sérios para nós. Ao início não damos muita importância porque “é só uma brincadeira” e ficamos a achar que estamos a ser “muito exigentes” na análise. O que é certo é que a piada à primeira faz rir, à segunda gera algum desconforto, e à terceira começa a não ter piada nenhuma. Normalmente estas pessoas que não conseguem ter sensibilidade para perceber que estão a causar desconforto nos outros, são normalmente pouco auto-consciences e muitas vezes inseguras. Usam a piada para inconscientemente tentar diminuir outro e ganhar um lugar de destaque que não conseguem ter se não for com “aquelas brincadeiras”. 

2) o “distante”: aquele alguém que está sempre ocupado, com muitas tarefas tão importantes que não tem tempo nem para si. Essas pessoas que colocam no trabalho ou outras atividades acima de tudo e que nunca nos vão colocar no nível de prioridade que merecemos. Custumo dizer que se não tem tempo, é porque não quer, ou não está emocionalmente disponível. São pessoas normalmente de coração fechado e muito dificilmente se abrirão para nós. Porque a presença sente-se mesmo à distância. E quem nos quer mesmo, está disponível, e, independentemente da carga de trabalho, têm sempre espaço de qualidade na agenda para nós. 

3) o “narcisista”: aquele que tem um posicionamento permanentemente egoísta e é incapaz de adaptar seja o que for nos seus dias ou personalidades seja por quem for. E o pior é que usa o egoísmo de forma manipuladora. Se temos alguém que sempre nos faz achar que somos “chatos”, “não temos razão” ou não entendemos a sua perspectiva sem que ele(a) faça o mínimo de esforço para entender a nossa, e um pedido de desculpas está longe de ser uma opção, então, é para deixar esta pessoa ir à sua vida. Há sempre dois lados de verdade numa mesma situação. É preciso que ambos tenham vontade de reconhecer as diferentes perspectivas que sempre existem e deixar que o respeito pelo sentimento do outro concilie o mal entendido. 

4) o “deixa fluir”: aquela pessoa que está sempre a contar com o “fluxo da vida” e é incapaz de tomar um posicionamento concreto quando é preciso porque “o que tiver que ser será”. Caríssimos, quando se quer, corre-se atrás, procura-se e encontra-se. Não se deixa as oportunidades passar à frente sem acção só porque é muito mais confortável “deixar o destino decidir” e manter-se protegido pelos discursos vagos da era new age que pouco acrescentam às soluções e construções de algo consistente.

5) o “abusado”: aquele que começa demasiado cedo com insinuações sensuais e imaginários de “Bolonha encarnada”. Se o inicio seja do que for não tiver uma base de genuíno interesse pelo que somos, provavelmente seremos (se deixarmos) apenas objectos nas mãos destas pessoas. Perfeitos bonecos de aparências sem valor intrínseco aos seus olhos. É muito importante sabermo-nos entregar sem medos ou bloqueios, mas por favor, que seja às pessoas certas que nos olham com respeito e em primeira mão valorizam o que somos e não o que parecemos. 

Gostava de deixar a nota que estas atitudes são normalmente inconscientes. Que ninguem (acredito eu) em seu perfeito juízo age para magoar ou manipular o outro. A questão é que há mágoas e traumas tão profundos, que podem tirar-nos o discernimento e fazer agir de formas desrespeituosas sem nos apercebermos. Daí a importância da observação para identificar os sinais e perceber se do lado de lá há abertura para ouvir o nosso feedback e avançar para as devidas correções (da mesma forma que deveremos fazer o mesmo – todos temos saídas infelizes. O mais importante é sabermos reconhecê-las e corrigi-las a tempo. Antes que se tornem crónicas).

Assim, aprender a discernir nos primeiros sinais pode ajudar imenso a cortar caminho para descartar situações indesejáveis com pessoas que não estão verdadeiramente empenhadas em nós ou simplesmente nunca vão mudar. 

Ficam as dicas que funcionam para mim. Espero que vos ajudem também 🙂 beijos mil! 😘

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