#day340 – não, obrigada.

Honro todas as vezes em que disse não. Quando esperavam um sim. Que acreditei mais na minha verdade do que me deixei levar pela expectativa do outro. Que demarquei mais o meu limite do que me perdi no vai-vem de outrem.

Sou fã de um não bem colocado. De uma barreira a proteger o que me é querido.

As mulheres foram ensinadas a permitir. A “portarem-se bem”. A serem exemplares para arranjarem um “bom partido”. Como se tivéssemos todas que ser de forma A, B ou C. Os anos passam e os restícios ficam. Nas que não sabem dizer não. Que não honram os seus limiares. Que não celebram os seus separadores de paz.

Muito de mim é não, convicto. Por isso me dizem rebelde e selvagem. Porque não contenho os meus cabelos ao vento. Por que não gosto dos rodeios do que é superficial.

Sou tanto de um amor inteiro pelo mundo. É na integridade que a magia acontece. E é na magia que a verdade acorda e cresce em nós.

Toda eu sou pela verdade. Das nossas vontades. Que mesmo que não sejam as dos outros. Têm todo o direito de se expressar. Pouco me importam as opiniões alheias quando o não para mim é claro. Sendo que posso assim em mim. O que me apetecer. Negar.

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